É o segundo livro da série iniciada em Mistborn (leia aqui um comentário sobre o primeiro livro). Bem, se você não leu o primeiro livro, sugiro que pare aqui, pois será difícil falar deste sem contar coisas sobre o desfecho do primeiro. Mas se não se importar com spoilers, siga adiante.
Lembrando sobre a série, esta se passa num mundo assolado por constantes chuvas de fuligem e cinzas durante os dias e que, durante as noites, é invadido por uma misteriosa névoa que cobre toda sua superfície. O imperador que oprimia a população e parecia impossível de se derrotar finalmente cai. É interessante ver uma história segue contando o que acontece depois que um “lorde das trevas” é derrotado. Mas, o que haveria para acontecer depois que o principal vilão é derrotado? Ora, muita coisa!
Certo, o tirano está morto, mas quem tomará seu lugar? Como funcionará a economia e política? O que ocorre é que em Well of Acencion temos uma guerra civil. Acompanhamos, mais de perto, a Mistborn, Vin, e seu par romântico, o nobre, Elend Venture, que de algum modo conseguiu tornar-se rei de Luthadel. Mas logo a capital sofre o cerco de três exércitos, todos atrás a fortuna que teria sido deixada pelo Lord Ruler.


Ler a série Discworld de Terry Pratchett sempre tem sido um grande prazer. Neste, que é o nono livro da série, voltamos a acompanhar o mago Rincewind (e sua inseparável bagagem) que se envolvem com o jovem demonólogo, Eric. Trata-se de uma paródia ao livro Fausto. Eric acredita que Rincewind poderá satisfazer seus desejos de ser o governante do mundo, conhecer a mulher mais bonita do mundo e viver para sempre. O mago até argumenta que não poderia fazer algo assim com um simples estalar de dedos, mas de algum modo, o faz…