
Alynna é uma HQ no estilo Mangá que adquiri via financiamento coletivo. Conta a história de uma uma repórter investigativa com poderes psíquicos. O artista Dan Arrows tem um traço muito elegante e limpo, transmitindo bem a narrativa visual e dá ao leitor imagens bem agradáveis para apreciar. A HQ é em branco e preto com muito uso de retículas, como é típico nesse tipo de acabamento, mas com algo interessante: foi escolhida uma segunda cor para mostrar os momentos em que a heroína utiliza seus poderes. Isso foi uma boa sacada e dá um movimento interessante à narrativa visual.
Alynna começa uma investigação que a vai levando a espécie de conspiração envolvendo um jovem deputado em ascensão. O mundo da história é uma cidade fictícia “genérica”, mas que remete à realidade brasileira. No primeiro volume não há explicações sobre a origem dos poderes de Alynna, e a história também não conclui um arco completo. Obviamente sendo uma série, termina numa situação tensa deixando o suspense no ar para a continuação no número 2.
Alynna tem personagens interessantes, uma trama que promete e um tipo de acabamento visual e editorial bem feito o que nos deixa curiosos sobre quando irá sair a continuação.
Veja algumas imagens da HQ:



Alynna – Volume 1 – formato 14 x 21 cm, 78 páginas.
Roteirista: Laís Menini
Ilustrador: Dan Arrows
A edição de Mitsar que adquiri (no FIQ2018) é uma revista em formato grande (27,5×20,5cm) um pouco incomum para um mangá, mas que permite ao leitor apreciar com maior detalhe a bela arte de Sylvia Feer. Contado com roteiro de Montserrat, a história foi originalmente publicada em 18 partes na revista Neo Tokyo.








Fui na mini feira promovida pela Casa dos Quadrinhos e comprei-a num dia auspicioso, uma sexta 13 agora no finzinho de 2019.