Quill – o exterminador de demônios, é uma série em quadrinhos com a arte de Fabrício Santos e roteiros de Carlos Rocha. Narra a história de Quill, um elfo que viveu durante a Guerra Milenar – um conflito mundial que reuniu muitas nações e raças para sobreviver às hordas de invasores demoníacos após a abertura dos portões do inferno.
Descubra a Terra das Nove Luas, um mundo cheio de magia, armas fantásticas e batalhas épicas. Confronte infinitas hordas invasoras, as enormes rainhas-demônio e um dos quatro Duques do Inferno. E, além disso, conheça uma ameaça ainda maior do que a invasão. Algo que Quill deverá confrontar em segredo… Junte-se a Quill e seus companheiros nesta aventura.
Sinopse
Na última edição, Quill enfrentou sua primeira batalha contra os demônios e ficou muito ferido ao derrotar o infame e poderoso Lord Xastzar.
A frota élfica sofreu grandes baixas, mas Quill é promovido ao posto de capitão, recebendo o comando do Madrepérola.
Algum tempo depois chega à cidade de Tleos, um terreno neutro que, por algum motivo, os demônios respeitam e não atacam.
Nesta edição você conhecerá um pouco do contexto da guerra contra os demônios. Quill participará de uma importante reunião em Tleos e receberá uma missão, terá novos aliados e terá que enfrentar uma imensa horda de demônios que faz cerco ao Forte de Nish.
Amostras
Quill se encontra com Rur, na cidade de Tleos. Ylgastiir e Helmut combatem um ataque de demônios ao Madrepérola. Elfos não são bem recebidos na cidade de Tleos.
Sabia que meu novo livro de contos foi escrito com grande contribuição do acaso? Eu abracei o caos, usei um gerador de palavras aleatórias e a cada conjunto de palavras sorteadas, me vinha o desafio de conseguir escrever um conto de ficção científica! Isso gerou uma variedade de temas e cenários que, talvez, eu nunca pudesse criar!
Está sendo lançado na CCXP 2021, e está à venda! No momento, é o top 3 na categoria contos de FC!
Num futuro longínquo, Clara decide aproveitar um corpo físico e surfar nas praias do Rio de Janeiro, mas seu dia de folga poderá trazer surpresas.
Arena matrimonial
A humanidade está em guerra contra a praga. O Coronel Fedro terá que pilotar Aw?n-aye’ye, um gorila mecânico e derrotar um dracomecano para provar pode se casar com a líder distrital, Zuìg?o Ziqui.
As vozes dissonantes do futuro
Num futuro dominado por poucas formas de pensar, a professora Mika Rakasian escreve um artigo poderá afetar as correntes de pensamento dominantes.
Mais atum
A Dra. Nilda vai para uma antiga estação, em Júpiter, para cuidar de Algodão, um gato que é celebridade no sistema solar.
Rebote do inibidor
Durante uma viagem espacial, um defeito no inibidor de emoções acende paixões e ódios, colocando em risco a vida da tripulação.
O Plural
Van Coup é um contrabandista fascinado com antigos filmes de aventura espacial e fez cirurgias para mimetizar um famoso ator. Tudo se complica quando encontram uma espécie alienígena desconhecida.
Pesquisas culinárias
Num futuro próximo, um cybercirurgião cria um esquema que permite a realização de pesquisas culinárias ilegais.
Nunca desisto!
Pedro gostava de pescar e ao assumir um trabalho numa remota colônia espacial, decide pescar a famosa truta-lagosta, uma espécie que não é nem truta e tampouco lagosta.
Minha morte, minha escolha
Clarissa é piloto de caça-espacial. Chegando com sua frota numa difícil batalha, ela segue seus instintos para escolher como morrerá.
Sblorg
Luzia quer salvar a vida de seu marido e precisa enfrentar o Dominador, uma forma de vida alienígena desconhecida, que invadiu a colônia espacial.
Fim de carreira
Jebi é um maranhense e piloto de um interceptador mecanizado criado a partir da tecnologia alienígena. Ele e Sogrinha, uma inteligência artificial de combate, saem para interceptar naves Nartz. Será este o último voo de Jebi?
Um novo dia de um novo tempo
Jessica é uma atriz de Hollywood que carrega um segredo. Sua atuação no seu filme mais novo poderá revelar algo capaz de mudar a ordem mundial.
iMind
Um idoso vive num asilo e conta com uma inteligência artificial para cuidar de seus afazeres e saúde mental. A IA o ajuda a escrever uma carta e vemos um futuro que poderia ser o de qualquer um de nós.
Sou um ser, ou não sou um ser?
Num futuro em que as colônias espaciais não obtêm êxito, a Dra. Luísa Píres é arquiteta de cidades subaquáticas. Ela e a Corvina, uma IA com forma de peixe, fazem uma transmissão. A IA faz piadas que questionam o status quo…
O Case
No futuro, um homem acorda operado e sem os dois rins, como na famosa lenda urbana. Para salvar sua própria pele, deve cometer um assassinato durante um show que poderá redefinir as campanhas de marketing do futuro.
Minotauro
Roberto chega em casa. Seus filhos, viciados em videogames, mal o percebem e sua esposa envia mensagens sem sentido. Durante o jantar vem uma estranha revelação.
Separação
Um casal de alienígenas com o relacionamento em crise tem sua nave abatida. N’jeni faz revelações ao consorte que podem complicar ainda mais a situação deles.
Epidemia
No futuro, a tripulação de um submarino acompanha impotente uma epidemia que se espalha ameaçando exterminar a humanidade. Será que o vírus veio dos estranhos lagartos cujas imagens circulam nas redes sociais?
A princesa e o poeta
No século XXIII, o jovem poeta Wang Li, recebe um convite da princesa Matsumoto, que administra a colônia espacial de Bephis Terceiro. Catástrofes do nosso presente poderão ser inspiração para poetas do futuro?
O berço do transhumanismo
As simulações computacionais poderão alterar radicalmente a vida na Terra? O que aconteceria se a humanidade pudesse criar civilizações em laboratório?
Vamos comentar as edições 6 e 7 da excelente HQ italiana de fantasia Dragonero. É uma história em duas partes, desenhadas por um “novo” e excelente arista: Francesco Rizzato. O roteiro é de Stefano Vietti. Então vamos lá…
Ian e Gmor saem numa missão, mas no caminho se deparam com uma caravana de Zágharos, nomades que trabalham capturando feras e lutadores para se ennfrentar em arenas itinerantes. Mas essa não é uma caravana qualquer, pois é liderada por um maléfico elfo sombrio de nome Zehfir.
Para ajudá-los nessa missão, surge a misteriosa curandeira Eryana, que também tem seus segregos a revelar.
Nessa aventura, vemos Gmor e Ian separados, cada qual tendo que lidar com seus problemas. Devo dizer que Gmor é um personagem incrível que vai cativando o leitor a cada nova aventura. Sua aparência externa de monstro esconde alguém que possui mais humanidade que a maioria dos humanos que cruzam o caminho dos aventureiros. Todavia, Gmor conserva a essência de um honrado guerreiro Orc.
O mundo de Dragonero, também, não para de surpreender. Sempre há mais regiões, facções e conceitos que vão sendo introduzidos, dando uma sensação de que a ambientação foi muito bem trabalhada e que os autores tiveram o cuidado de não expor tudo de uma só vez.
Um prato cheio para os amantes de uma boa fantasia!
Mais um episódio da história do varliedarto Ian, do orc Gmor e da elfa Sera.
Certamente uma HQ que vai agradar os fãs de fantasia, ou mesmo jogadores de RPG.
Nesta edição (publicação original na itália em de 2013), temos os desenhos de Gianluca Pagliarini que não deixa muito a dever ao artista de edições anteriores e do início da saga Giuseppe Matteoni.
Diferente de outras edições, nessa temos um pouco menos de ação e problemas acontecendo. Logo depois de Gmor fazer uma surpresa (bem engraçada) para Sera, Ian se lembra que é a época da reunião anual dos batedores. Então conhecemos mais um aspecto interessante da ambientação. A sociedade que cuida de compartilhar e espalhar informações sobre estradas, condição nos territórios, etc. Uma estrutura auxiliar ao império. É interessante ver batedores vindos de várias regiões do mundo, suas preocupações e costumes.
Outro ponto interessante é que surge durante a viagem um carroção dos retornados, no qual mortos vivos são transportados para serem colocados na cidade dos mortos, um conceito bem bizarro e que não tinha aparecido até então.
Ian está preocupado com as transformações que vem sentindo desde que enfrentou e matou um dragão na edição #1 – Sangue de Dragão. Na ocasião tanto Ian como sua espada foram banhadas pelo sangue do animal e como resultado a espada o absorveu ficando preta. Ele vai buscar conselho com o Mago Alben, mas o tipo de conselho que o mago dá não é bem o que Ian gostaria de ouvir.
É muito legal também o fato de Ian e Gmor terem uma casa “bucólica”, um refúgio, e que as histórias tenham esse tempo de respiro/descanso, não ficando apenas restritas a aventuras e desafios, um depois do outro.
Resolvi reunir o três últimos livros desta saga numa única resenha. É… Faço coisas esquisitas, mas a razão é que estou tentando escrever esse texto sem dar spoilers e concluir de uma só vez essa série de resenhas.
Algo que unifica essas três obras é o sofrimento prolongando vivenciado por Ciri, Geralt e Yennefer ao mesmo tempo em que mais e mais personagens e diferentes narradores e pontos de vista são introduzidos na história.
É claro que o interesse do leitor está centrado em Ciri e Geralt, mas ele precisará ler muita história relacionada e paralela que ocorre com outros personagens secundários, ou mesmo que só aparecem de passagem na trama, para descobrir o que acontece com os protagonistas no final.
Em alguns momentos, esses “desvios” funcionam, pois, o leitor acaba gostando de alguns personagens e situações, mas em outros momentos, em que a identificação não ocorre, essa estrutura narrativa torna-se um obstáculo à leitura. Percebi a vontade de saltar alguns trechos dos livros e acredito que isso possa acontecer com outros leitores. Mesmo com isso, vale a pena? Sim!
A presença de personagens como Jaskier ou do anão Yarper Zigrin são sempre bem vindas. Regis, Milva, Cahir e Angoulême também são personagens novos e muito interessantes. Algumas tramas relacionadas à grande guerra entre Nilfgaard e os reinos do norte vão acompanhar esses livros. Como isso afeta os humanos, os não humanos, principalmente elfos, anões e as dríades de Brokilon.
O leitor irá encontrar os seguintes elementos na leitura: Tramas politicas, espionagem entre reinos, companhias de mercenários, batalhas e perseguições, muitos personagens que morrem, descrições sanguinolentas e cruas, passagens bem humoradas, locais interessantes, criaturas estranhas, discussões banais e discussões filosóficas, texto de história passada e futura, pontos de vista diversos e registrados em diferentes formatos, etc.
O papel de Ciri e seu significado na ordem das coisas vai sendo revelado aos poucos, e alguns antagonistas muito interessantes vão marcando presença, tais como: o mago Vilgefortz, o espadachim Bonhart, o nilfgaardiano Stephen Kellen, o rei dos elfos, o imperador Emyr, entre outros.
No último livro, como já se é esperado, ocorre o grande climax e reunião entre Geralt, Ciri e Yennefer. Mas mesmo depois disso, há ainda muita história para acontecer. É como um epílogo gigantesco que tem algumas partes boas e outras, nem tanto.
O final da saga é estranho. Não posso dizer que gostei muito do final, mas a série como um todo é muito boa. Desde o princípio o autor brinca com diversas lendas de nosso mundo, no último livro, a bola da vez foram as lendas arturianas.
Mesmo com algumas barrigas, a série é muito bem escrita, tem personagens interessantes, bons momentos de suspense e prende a atenção, quase sempre.